Construindo Oportunidades

Em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico, encontrar oportunidades que ofereçam alto retorno e inovação é um desafio constante. No entanto, para investidores visionários, existem negócios exclusivos que se destacam e prometem transformar o cenário econômico. Para aqueles que estão começando, as oportunidades são vastas e promissoras. O mercado imobiliário tem se mostrado uma das formas mais seguras e lucrativas de investimento ao longo dos anos.  Clique no botão abaixo e entre em contato com nossos especialistas!!


Internacionalização de Patrimônio

A internacionalização de patrimônio é uma estratégia que envolve a diversificação de investimentos e ativos em diferentes países. Para quem está começando, trata-se de uma oportunidade de construir uma base sólida em mercados estáveis. Já para o investidor avançado, significa potencializar rentabilidade, acessar nichos exclusivos e otimizar a estrutura patrimonial com vantagens fiscais e sucessórias. Em ambos os casos, investir fora do país é um passo estratégico rumo à solidez, proteção e valorização sustentável do capital. Clique no botão abaixo e tire suas dúvidas, construa ideias e comece a planejar seu futuro.


Construtoras

Para construtoras que desejam expandir fronteiras e maximizar seus resultados, investir fora do país representa a oportunidade de transformar capital em empreendimentos de alta rentabilidade, com segurança jurídica e demanda crescente. Atuamos lado a lado com investidores e parceiros estratégicos, identificando terrenos e projetos viáveis, estruturando operações de permuta e oferecendo análises detalhadas do mercado, desde a viabilidade construtiva até o potencial de valorização. Nosso suporte especializado conecta construtoras do Brasil, EUA, Europa e outros mercados às melhores oportunidades em Portugal, criando um ambiente propício para expansão internacional sólida e lucrativa. Clique no botão abaixo e tire suas dúvidas, construa ideias e comece a planejar seu futuro.

QUEM SOMOS

 

Com mais de 14 anos de experiência no mercado imobiliário, o projeto Investir em Euro surge para dar suporte à investidores iniciantes e experientes, na conquista de resultados sólidos e expressivos no setor. Atuamos como especialistas em identificar e conectar oportunidades únicas nos segmentos residencial, turístico e industrial em Portugal, sempre com foco em segurança, rentabilidade e crescimento patrimonial. A nossa abordagem combina transparência, profissionalismo e atenção a cada detalhe, garantindo que cada investimento seja estruturado de forma estratégica e personalizada. Queremos ir além de simples transações: construímos relações de confiança e parcerias de longo prazo. Se procura expandir o seu portfólio e explorar as melhores oportunidades do mercado português, entre em contacto connosco e descubra como podemos investir juntos no seu futuro.

MISSÃO

Apresentar oportunidades seguras e rentáveis para nossos parceiros,  baseadas em análises de mercado assertivas e estratégias de excelência, objetivando a fidelização e a multiplicação patrimônio.

VISÃO

Ser reconhecida como a principal empresa de investimentos imobiliários em Portugal, conhecida pela inovação, integridade e impacto positivo nas comunidades onde atuamos, criando valor duradouro para nossos parceiros e a sociedade.

VALORES

Atuamos com transparência e ética em todas as operações, garantindo a confiança e a satisfação de nossos clientes e parceiros.

NEWS

 

Portugal: Mais Habitação x Construir Portugal

     

    O novo pacote de 30 medidas para a habitação – que sucedeu ao controverso programa “Mais Habitação” – com uma mistura de otimismo cauteloso e pragmatismo frio. O diagnóstico do problema sempre foi consensual: a crise é de oferta, agravada por uma burocracia sufocante. Finalmente, vemos o foco a mudar para a construção e a simplificação, elementos cruciais para quem investe a longo prazo.

     

    O Novo Paradigma: Foco na Oferta e no Jovem

    As medidas que já estão em vigor ou com aprovação avançada, sobretudo as do atual plano "Construir Portugal", trazem um claro pendor para o lado da oferta e para o apoio à classe média e jovem.

    A alteração à Lei dos Solos, que permite a reclassificação de terrenos rústicos para construção de habitação acessível (sujeito à decisão municipal), é, no meu ponto de vista, a medida mais estrutural e potencialmente mais impactante. Para o investidor, isto representa uma injeção de liquidez e novos terrenos no mercado, baixando a barreira de entrada e, crucialmente, incentivando a construção em escala. O risco, como sempre, é a morosidade e a politização ao nível autárquico, mas a intenção de “libertar” solo é um sinal poderoso de mudança.

    Paralelamente, medidas como a isenção de IMT e Imposto de Selo para jovens até aos 35 anos representam um choque de procura direcionado. Estas não resolvem a oferta, mas injetam compradores na base da pirâmide, o que pode aliviar a pressão no segmento de rendas. Para os investidores em arrendamento, a atratividade do mercado pode ser reforçada pelas novas políticas de rendas controladas e benefícios fiscais associados a contratos de longo prazo, embora o controlo de rendas permaneça, inegavelmente, um fator de risco regulatório a monitorizar.

    Por fim, o desbloqueio de milhares de casas do PRR e a simplificação dos licenciamentos são um alívio urgente para o sector da construção. A promessa de um Código da Construção e de uma maior digitalização, se for cumprida com eficácia, pode finalmente reduzir os ciclos de investimento de anos para meses.

     

    As Medidas Aprovadas do "Mais Habitação" (O Legado Controverso)

    É impossível falar de investimento sem abordar as medidas herdadas do plano anterior, “Mais Habitação” (Lei n.º 56/2023), que, embora focadas no arrendamento, trouxeram consigo uma enorme instabilidade regulatória. No setor do Alojamento Local (AL), a suspensão de novas licenças e a criação da Contribuição Extraordinária sobre o Alojamento Local (CEAL) foi uma revira-volta. Para o investidor, o sinal é claro: o investimento em AL está em xeque, com capitais a serem redirecionados para o arrendamento tradicional, refletindo o risco regulatório de um setor que era visto como seguro. Adicionalmente, o fim dos Vistos Gold Imobiliários retirou uma fonte de capital estrangeiro de alto valor. Os investidores de fora continuam a ver Portugal como um destino atraente, mas agora o foco é a qualidade de vida e a estabilidade fiscal, e não apenas o passaporte.

     

    Perspetivas para o Investidor em 2025/2026

    O cenário é de reajuste. O Governo atual parece ter aprendido a lição de que o mercado precisa de incentivos, e não de intervenção excessiva. O grande potencial reside no desenvolvimento de habitação acessível e a custos controlados. Os novos terrenos e a taxa de IVA reduzida a 6% para construção e reabilitação (sob certas condições) aumentam a margem de lucro em projetos residenciais de escala. É aqui que o capital institucional e os grandes construtores devem focar-se para encontrar as melhores oportunidades.

    No entanto, o risco regulatório no mercado de arrendamento permanece. Os investidores devem ser cautelosos com os limites de renda. É crucial que o Governo compense a instabilidade recente com um quadro fiscal robusto e estável para outros tipos de investimento estrangeiro, como o build-to-rent.

     

    Desta forma, as 30 medidas representam uma guinada necessária em direção ao aumento da oferta. Contudo, o sucesso do plano "Construir Portugal" dependerá menos das promessas e mais da velocidade de execução e da confiança que o Estado conseguir devolver aos investidores e promotores. Só assim o mercado imobiliário em Portugal deixará de ser um jogo de alto risco para se tornar um porto seguro de investimento a longo prazo.

     

    E você? Como avalia essas medidas?

     

     

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    Parques Solares: O Sol como Investimento

       

      Portugal, com a sua localização privilegiada e elevada irradiação solar, está no epicentro de uma revolução energética. E, para o investidor astuto, este cenário traduz-se em oportunidades de investimento imobiliário de alto rendimento: os parques solares.

      Se tradicionalmente o investimento imobiliário se focava em habitação ou comércio, hoje, o solo que suporta painéis fotovoltaicos é o novo ativo a considerar. Este artigo desvenda as razões pelas quais deve olhar seriamente para a energia solar em Portugal.

       

      Rentabilidade Sustentável e Atrativa (O Coração do Negócio)

      O primeiro ponto a destacar é, naturalmente, o retorno financeiro. Os parques solares em Portugal demonstram uma rentabilidade sólida e previsível:

      • Retorno do Investimento (ROI) Acelerado: Dependendo da dimensão da instalação (Unidades de Produção para Autoconsumo - UPAC ou parques de maior escala), o tempo de retorno do investimento pode ser surpreendentemente curto, com algumas estimativas a apontar para a recuperação em cerca de 5 a 8 anos, face a uma vida útil dos painéis que ultrapassa os 25 anos.
      • Fontes de Rendimento Diversificadas: O lucro não advém apenas da redução dos custos energéticos (autoconsumo). O regime de autoconsumo e produção descentralizada permite a venda do excedente de energia produzida à Rede Elétrica de Serviço Público (RESP) ou a comercializadores, criando uma fonte de receita adicional.
      • Estabilidade do Ativo: A energia é uma necessidade básica e o preço da eletricidade tem tendência a subir, solidificando o valor da energia produzida e, por inerência, a rentabilidade do seu parque solar.

       

      Vantagens Chave em Investir em Energia Solar

      O investimento em parques solares oferece uma série de benefícios que o tornam superior a muitos ativos imobiliários tradicionais:

      Baixa Manutenção Operacional (O&M): Após a instalação, a manutenção de um parque solar é significativamente menos exigente e dispendiosa do que a gestão de inquilinos, reparações estruturais ou obras em imóveis tradicionais. Os painéis exigem inspeção e limpeza periódica, mas a operação é essencialmente passiva.

      Longevidade e Durabilidade do Ativo: Os painéis fotovoltaicos modernos têm uma vida útil garantida superior a 25 anos, com uma degradação anual mínima. Isto assegura um fluxo de rendimento estável e prolongado, superando o ciclo de vida de muitos outros investimentos tecnológicos.

      Proteção Contra a Inflação: O investimento funciona como uma hedge (proteção) contra a subida dos preços da eletricidade. Ao produzir a sua própria energia (ou vendê-la a preços indexados ao mercado), o seu ativo valoriza-se à medida que o custo da energia convencional aumenta.

      Otimização do Uso do Solo: Permite rentabilizar terrenos que, de outra forma, teriam baixo rendimento (terrenos rústicos ou pouco férteis). Em vez de valorizar apenas pela agricultura, o terreno adquire um valor industrial/energético superior e constante.

      Sustentabilidade e Green Investment: O investimento alinha-se com as metas ESG (Ambientais, Sociais e de Governança), conferindo um valor de marca e responsabilidade social ao seu portfólio. É um ativo de baixo impacto ambiental, valorizado por fundos de investimento e entidades financeiras.

       

      Enquadramento Legal e Apoios Vantajosos

      O Governo Português tem atuado de forma decisiva para desburocratizar e incentivar o investimento em energias renováveis, conferindo maior transparência e acessibilidade ao processo. Exemplo disso é a Simplificação de Licenciamento: com o Decreto-Lei n.º 15/2022 e legislação complementar, o processo de licenciamento, especialmente para as Unidades de Produção para Autoconsumo (UPAC) de menor e média dimensão, foi simplificado, facilitando a entrada de novos investidores no setor. Paralelamente, existem diversos Incentivos Fiscais atrativos, como a possibilidade de redução do IVA na aquisição e instalação de certos equipamentos solares (é sempre crucial verificar a legislação em vigor) e a importante dedução à coleta no IRC para as empresas que investem em eficiência energética e produção renovável. Adicionalmente, o Estado disponibiliza Programas de Apoio como o Fundo Ambiental, que tem oferecido apoio financeiro para o aumento da eficiência energética em edifícios, incluindo a instalação de sistemas fotovoltaicos, embora estes apoios sejam tipicamente direcionados e dependam da abertura de candidaturas específicas.

       

      Cuidados Essenciais Antes de Investir

      Embora o potencial de retorno seja elevado, é crucial que este investimento seja abordado com máximo rigor e diligência. Como seu consultor, alerto para a importância de uma análise profunda: não se limite a olhar para o preço dos painéis. A Qualidade e o Tempo de Vida Útil dos Painéis e dos inversores são cruciais para a rentabilidade de longo prazo; deve exigir garantias de desempenho com, pelo menos, 25 anos de vida útil, pois a perda de eficiência pode traduzir-se em receitas significativamente inferiores ao longo do tempo. Essencial é também a realização de um Estudo de Viabilidade Técnico-Económica (EVTE) detalhado, que projete de forma realista a produção e as receitas, incluindo a análise da irradiação e os custos de Interligação à Rede e Custos associados à Rede Elétrica de Serviço Público (RESP). A proximidade e a capacidade de interligação são fatores críticos, e custos ou atrasos na aprovação da ligação podem comprometer seriamente o orçamento. Adicionalmente, não negligencie os Aspectos Regulatórios e Licenciamento: mesmo simplificada, a legislação é complexa, e a conformidade do projeto junto da DGEG e outras entidades é obrigatória para evitar multas ou a impossibilidade de operação. Por fim, se o modelo de negócio for a venda de energia, a solidez e os termos dos Contratos de Compra de Energia (PPA - Power Purchase Agreements) são o pilar para a previsibilidade das receitas e a segurança do investimento.

       

      Desta forma, investimento em parques solares em Portugal transcende o conceito de mera moda; é, de facto, uma mega-tendência estrutural inegável. Esta é catalisada pela urgência da transição energética global, solidificada por um quadro regulamentar cada vez mais favorável e abençoada pelas excelentes condições de irradiação solar do país.

      Para o investidor que procura diversificação e quer capitalizar um setor em franco crescimento, a mensagem é clara: o sol de Portugal não é apenas um recurso natural, é um motor económico robusto, pronto a iluminar e rentabilizar o seu portfólio. Invista com estratégia, invista no sol.

       

       

       

       

       

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      O Glossário Essencial do Imóvel Português

       

      Comprar um imóvel é um passo emocionante, mas o mercado imobiliário local utiliza uma terminologia específica que pode ser confusa para quem não está familiarizado. Termos como “Tipologia”, "área bruta privativa", “CPCV”” e "Caderneta Predial" são fundamentais e possuem significados técnicos precisos que se distinguem dos conceitos em outros países.

      Para garantir que você entenda exatamente o que está comprando e possa comunicar-se com corretores e profissionais legais com total confiança, preparamos um guia rápido. É hora de dominar o vocabulário que fará de você um comprador informado e seguro em Portugal. Chega de confusão!

       

      Tipologia de Imóveis:

      Desde apartamento a moradias, a tipologia representa a quantidade de quartos no imóvel. Por exemplo: T2 são 2 quartos, T4 são 4 quartos…..

      Mas atenção: também é utilizado o termo “assoalhadas” que são os cômodos da casa excluindo cozinha e casa de banho. Ou seja, uma cada com 2 assolhadas tem 1 quarto; já com 4 assoalhadas, são 3 quartos.

       

      Metragem: Cuidado com a Área!

      A legislação em Portugal exige que a área informada seja obrigatoriamente a área útil, entretanto, em alguns portais imobiliários, na maioria das vezes encontramos a Área Bruta Privativa. É crucial saber que a Área Bruta Privativa inclui a área dentro das paredes, podendo englobar até varandas e terraços privativos. Isso significa que o número em metros quadrados pode ser maior do que você está acostumado. Outra questão é que muitas pessoas se prendem ao valor por metro quadrado, por isso, tenha atenção aos anúncios, pois a área de uma varanda ou garagem jamais pode ter a mesma avaliação do metro quadrado habitacional. Resumindo: a área útil nunca poderá ser a mesma que a área bruta, e sempre será menor!

       

      Os Documentos: Seu Kit Sobrevivência Legal

      Em Portugal, a segurança da sua compra depende destes dois pilares:

      1. Caderneta Predial: É a documento que registra o nascimento fiscal do imóvel. Reúne todas as informações fiscais (área, localização, valor patrimonial) e é emitida pelas Finanças.
      2. Certidão Permanente: É o documento que comprova quem é o dono, qual a descrição legal do imóvel e, o mais importante, se existem dívidas, hipotecas, ou quaisquer ônus sobre ele. É a nossa "certidão de ônus" atualizada.

      Dica de ouro: Caderneta Predial e Certidão Permanente serão seus melhores amigos no processo. Sem eles, não há compra segura.

       

      Do Sonho à Escritura

      Dois documentos são absolutamente não negociáveis e devem ser resolvidos de forma prioritária: o NIF e uma conta bancária portuguesa. Sem eles, não há escritura.

      Após encontrar o imóvel e negociar o preço, você assinará o CPCV (Contrato de Promessa de Compra e Venda), que é o momento em que você paga o "valor" acordado que, normalmente é de 10% e estabelece as condições da transação. Entre o CPCV e a Escritura Pública. Nesta fase, um advogado ou solicitador fará a verificação da legalidade e o estado do imóvel. Os documentos-chave a serem verificados incluem:

      • Certificado Energético: É obrigatório e atesta a eficiência energética do imóvel.
      • Licença de Utilização: Confirma que o imóvel está legalizado para o uso a que se destina (como habitação).
      • Plantas do Imóvel (Câmara Municipal): Confirma se o imóvel construído está conforme as plantas aprovadas pela prefeitura (Câmara Municipal), crucial para evitar problemas futuros com legalizações de obras.
      • Certidão Permanente: O documento que garante que o imóvel está livre de quaisquer dívidas, hipotecas (ónus) ou penhoras.
      • Direito de preferência: é um mecanismo legal que confere a certas pessoas ou entidades a prioridade na compra de um imóvel.

      Se toda a documentação verificada for satisfatória, o processo culmina na Escritura Pública.

      Em Portugal, a Escritura acontece no notário. É o momento solene em que você assina o contrato definitivo de compra e venda, paga os custos com impostos finais (IMT e Imposto de Selo) e, finalmente, a propriedade é transferida para o seu nome. Ao receber as chaves, você se torna o legítimo proprietário do seu imóvel em Portugal.

       

      Sabemos que são muitas etapas durante este processo. Se tiveres alguma dúvida, entre em contato com nossa equipa de profissionais.

       

       

       

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      A verdade na Lei que altera os solos rústicos

         

        A crise da habitação em Portugal tem origem, essencialmente, no desequilíbrio entre a crescente procura e a limitada oferta, que tem tornado os preços das casas inacessíveis para a grande maioria dos portugueses. 

        O Governo aprovou uma alteração ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT), conhecido como Lei dos Solos, para aumentar os terrenos disponíveis para construção de habitação e reforçar a resposta à crise habitacional. A alteração foi aprovada no Conselho de Ministros de 28 de novembro de 2024.

        O objetivo é disponibilizar mais terrenos para construção de habitação acessível, especialmente para a classe média, garantindo que o crescimento urbano ocorre de forma ordenada. A nova legislação não compromete a proteção ambiental e agrícola e mantém a decisão sobre a reclassificação dos solos nas mãos dos Municípios, assegurando um processo transparente e controlado.

         

        Quem decide?

        O Governo não vai reclassificar terrenos, pois esta decisão cabe exclusivamente aos Municípios, mediante deliberação da Assembleia Municipal e seguindo os critérios rigorosos estabelecidos na lei.

        Para que um terreno passe de rústico a urbano, o processo passa por quatro etapas:

        • Pedido de um particular ou da Câmara Municipal para iniciar o processo;
        • Apreciação técnica dos serviços municipais; 
        • Aprovação na Câmara Municipal; 
        • Deliberação da Assembleia Municipal, que tem a palavra final;

        Sem o cumprimento destas etapas, não há reclassificação nem urbanização possível.

         

        Construção com regras

        A nova legislação não permite construir indiscriminadamente, pois mantém-se a proteção de áreas sensíveis e define restrições claras. 

        Continua proibida a construção em:

        • Solos agrícolas de alta aptidão (Classe A e B);
        • Áreas protegidas e Rede Natura;
        • Zonas de risco, como áreas sujeitas a inundações, erosão costeira e incêndios;
        • Orla costeira, praias, dunas e margens de cursos de água.

        E mesmo nas áreas onde for permitido construir, é obrigatório um parecer técnico fundamentado.

        Desta forma, a nova lei não permite construções dispersas nem a criação de guetos urbanos. O crescimento urbano deve ser organizado e coerente, preenchendo vazios urbanos ou alargando a malha urbana de forma sustentável, ão sendo possível construir casas isoladas no meio do campo ou da floresta.

        Além disto, para garantir que a habitação que for construída nestes terrenos se mantém acessível, o Governo fixou preços máximos para casas novas, 20% abaixo do preço médio do mercado.

        No entanto, o Governo não está a fixar preços das casas, apenas a estabelecer um teto máximo para evitar aumentos artificiais e impedir a especulação imobiliária.

        Com estas novas regras, o Governo reforça o compromisso de tornar a habitação mais acessível, garantindo que os terrenos disponíveis são utilizados de forma equilibrada, sem comprometer a proteção ambiental e sem incentivar a especulação imobiliária.

        Será que esta medida irá aumentar a oferta habitacional em Portugal?

         

         

         

         

        #ConstruirPortugal #InvestimentoImobiliário #leidossolos #MercadoImobiliário #terrenos #Oportunidade #Investimento #Portugal #solosrusticos

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        Projeto Construir Portugal

           

          O plano "Construir Portugal" do atual Governo é mais do que um conjunto de medidas sociais; é uma profunda reorientação estratégica para o setor imobiliário que cria um novo cenário de investimento. A ideia central é clara: inverter a escassez de casas através do incentivo maciço à oferta privada, marcando uma rutura com as políticas de intervenção estatal mais pesada do passado.

           

          As Três Vias de Oportunidade para o Investimento

           

          A estratégia define alicerces que o investidor deve explorar:

          1. Aceleração e Simplificação: O Desbloqueio de Projetos

          O maior entrave ao investimento sempre foi a burocracia. O plano ataca este ponto com a simplificação dos processos de licenciamento e a crucial alteração da Lei dos Solos. Isto permite que terrenos rústicos sejam usados para projetos de Habitação a Custos Controlados e Arrendamento Acessível.

          Implicação: Para o investidor, significa a possibilidade de acelerar o retorno (menor time-to-market) e de aumentar o potencial construtivo em zonas que antes estavam bloqueadas. A aposta agora deve ser em projetos que saibam aproveitar este novo quadro legal para crescer rapidamente.

           

          2. Incentivos Fiscais Diretos à Construção e Arrendamento

          O Governo utiliza o sistema fiscal como motor da oferta. A medida mais impactante é a redução do IVA para 6% em obras de reabilitação e construção de habitação que se destine a arrendamento ou custos controlados.

          Implicação: Este corte no IVA aumenta significativamente a margem de lucro nos projetos que se dediquem ao arrendamento acessível. O investidor tem agora um incentivo fiscal robusto para construir para arrendar (Build-to-Rent), o que favorece o cash flow estável de longo prazo em detrimento da venda imediata.

           

          3. Foco na Habitação Jovem e no Mid-Market

          As isenções de IMT e Imposto do Selo na compra da primeira casa por jovens até aos 35 anos criam uma nova liquidez e procura num segmento que estava estagnado.

          Implicação: O mercado de primeira habitação de valor intermédio (mid-market), enquadrado nos limites de isenção, será o grande beneficiário. Investir em tipologias T1 e T2 em zonas de boa acessibilidade e que sirvam este público-alvo (trabalhadores e recém-formados) torna-se uma aposta mais segura.

           

          Os Riscos e a Condição de Sucesso

          Apesar do otimismo, é fundamental manter a cautela:

          1. Execução e Burocracia Local: O sucesso depende da capacidade das Câmaras Municipais em absorver e aplicar as regras de simplificação rapidamente. A teoria pode ser promissora, mas a prática municipal pode ser lenta.

          2. Custos de Produção: O plano não resolve a escassez de mão de obra e os custos dos materiais. Estes fatores continuarão a ser um fator de pressão sobre o custo final da construção.

          Ambiente Regulatório: A instabilidade regulatória recente (e.g., Alojamento Local) exige que o investidor se concentre em ativos com base legal sólida, como a habitação permanente com os incentivos fiscais do programa.Em síntese, o "Construir Portugal" oferece uma estrutura mais favorável e previsível para o investimento na oferta. O investidor de sucesso será aquele que conseguir agir rapidamente, aproveitando os benefícios fiscais e a simplificação para entregar projetos de habitação acessível e de primeira compra.

           

          A hora de agir é agora: Estude a fundo as zonas que beneficiarão da simplificação de licenciamentos e prepare o seu capital para entrar em projetos de Built-to-Rent e habitação de primeira compra. O mercado está a redefinir-se.

          Não fique à espera que as mudanças se consolidem: posicione-se.

          A sua carteira está otimizada para os novos incentivos fiscais do "Construir Portugal"?

          Fale connosco hoje mesmo e descubra como alinhar o seu próximo investimento com o novo mapa do imobiliário português.

           

           

           

           

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          ROI no mercado imobiliário

             

            No dinâmico mercado imobiliário, a palavra ROI (Retorno sobre o Investimento) é um verdadeiro farol para quem busca tomar decisões financeiras sólidas. Mas o que exatamente significa e como essa métrica pode ser a chave para o seu sucesso?

            O ROI é uma das métricas financeiras mais importantes para qualquer tipo de investimento, e no setor imobiliário não é diferente. Ele mede a eficiência de um investimento, indicando o lucro ou a perda gerada em relação ao capital inicialmente investido.

            ROI alto é mais vantajoso porque significa que seu investimento gerou mais lucro em relação ao custo. Diretamente falando, quanto maior o ROI, mais dinheiro você ganhou por cada euro investido.

             

            Por que o ROI é a sua Bússola no Mercado Imobiliário?

            Em regiões de alta valorização e forte procura por propriedades,  entender e aplicar o conceito de ROI é crucial para o investidor:

            1. Avaliação Comparativa de Oportunidades: Esta métrica permite comparar o desempenho potencial de diferentes tipos de propriedades e localizações. Ele ajuda a responder: será que um apartamento para arrendamento de curta duração em Lisboa é mais rentável que uma propriedade para reabilitação no Porto, ou um imóvel para arrendamento de longa duração no Porto?
            2. Tomada de Decisão Estratégica: O cálculo do ROI vai além de apenas ver o "lucro". Ele te auxilia a definir e ajustar sua estratégia de investimento. Você busca um retorno rápido através da valorização e revenda, ou uma renda passiva consistente através do arrendamento? O ROI ajuda a alinhar suas expectativas com a realidade do mercado.
            3. Gestão e Mitigação de Riscos: Ao estimar o ROI potencial de um investimento, você ganha uma visão mais clara dos riscos envolvidos. Um ROI excessivamente alto pode, por vezes, indicar um maior risco, enquanto um ROI moderado e constante pode sinalizar uma aposta mais segura e estável a longo prazo. É sobre encontrar o equilíbrio certo para o seu perfil de risco.
            4. Melhor Momento para Comprar ou Vender: Não é útil apenas na fase inicial do investimento, mas também para monitora-lo. Se o retorno esperado está a diminuir ou se o capital pode ser mais bem aproveitado em outro lugar, o ROI te dará essa dica.

             

            Desta forma, percebemos que o mercado imobiliário continua a ser um destino atrativo para investidores. No entanto, o sucesso não vem por acaso: armar-se com ferramentas como o cálculo do ROI é essencial para navegar neste cenário, tomar decisões e, o mais importante, garantir que seu dinheiro está a trabalhar da forma mais eficaz para você. Então… você já utiliza o ROI nas suas análises de investimento?

             

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            PERGUNTAS FREQUENTES

             

            Quais os serviços oferecidos pela Investir em Euro?

            A Investir em Euro oferece serviços de assessoria de investimentos imobiliários completa e exclusiva. Trabalhamos em parceria desde a venda de imóveis exclusivos no mercado offmarket para grandes investidores, como imóveis para quem deseja entrar no ramo de investimentos, com desejo de construir um patrimônio sólido, gerando rendas passivas ou lucros expressivos. Nosso grupo oferece assessoria e administração de investimentos, cuidando sempre do seu patrimônio para obter sempre uma maior valorização. Venha conversar connosco, os menores investimentos podem te transformar em um Shark dos negócios. Estamos aqui para aumentar nossa família de sucesso!!!

            Como posso iniciar nos negócios imobiliários?

            Com um pequeno valor de entrada e uma assessoria financeira assertiva, podemos planejar um futuro promissor nos negócios imobiliários. Trabalhamos com imóveis para fix&flip, fix&renting, cedência de posição, todas as popções com um estudo direcionado ao vosso objetivo. Conte connosco sem compromisso. Traga suas dúvidas e seja sempre bem-vindo para fazer parte desta grande família de investidores.

            Como investir em um imóvel em Portugal estando ainda em outro país?

            Contamos com uma equipa de especialistas em todas as etapas, passando desde a análise de crédito, comercial, jurídico, contábil e legalização. Trabalhamos com os principais bancos portugueses, com possibilidade de crédito para quem ainda está longe do território portugês. Temos todo o suporte para tornar seu sonho em realidade. Conte connosco!!!

            Vale a pena comprar um imóvel para obter uma renda passiva em Portugal?

            Sim. Com o investimento certo, a possibilidade de ganhos acima da média são muito comuns. Esta é uma grande dúvida para todas as nacionalidades, porém, não podemos cair em "pegadinhas". Analisar o mercado local e a busca pela melhor oportunidade são fundamentais. Temos uma equipa especializada neste trabalho. Tenha a tranquilidade de investir de uma maneira assertiva, conte connosco!!!

            Existe linha de crédito para estrangeiros?

            Sim, diversos bancos possibilitam uma linha de crédito para estrangeiros, sejam eles residentes ou não em Portugal. Temos uma equipa dedicada e em contato direto com todos os bancos de Portugal, possibilitando analisar caso a caso, com a maior atenção.

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            Localização

            Investir em Euro

            Av. 5 de Outubro, 22 - Setúbal
            Setúbal, Portugal

            CP 2900-308

            info@investiremeuro.com

            Fone: +351 265 417 247 - Chamada para rede fixa nacional

            Fone: +351 926 095 576 - Chamada para rede móvel nacional


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